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Jogo Da Semana: Dear Esther

Jogo Da Semana: Dear Esther

Dear Esther é no mínimo uma das experiências mais invulgares, originais e maravilhosas deste início de ano. O pequeno jogo independente desenvolvido pela The Chinese Room tem sido um verdadeiro sucesso, mas desenganem-se aqueles que julgam que a sua história é recente, até porque tudo começou em 2007 com um “mod” e de forma muito modesta.

Pois é, Dear Esther já foi um “mod” e o jogo do qual estamos a falar agora é na realidade um “remake“. Tudo começou na Universidade de Portsmouth (Reino Unido) em 2007, foi desde essa altura que o projeto Dear Esther começou a chamar à atenção e agora 3 anos depois o jogo não só foi lançado como está entre os mais vendidos no Steam. Uma proeza assinalável e que prova, mais uma vez, que o mercado de jogos independentes está melhor do que nunca.

Dear Esther é então o jogo de eleição desta semana no Gaming Portugal, no entanto desta vez vamos mudar um pouco o formato e deixar alguns dos nossos editores explicarem por poucas palavras o porquê de este ser um jogo tão especial:

[sws_blockquote_endquote align=”” cite=”Diogo Mota” quotestyle=”style01″] Dear Esther é de facto uma experiência especial e diferente de tudo o que eu pessoalmente já joguei. A interação é mínima e nós limitamo-nos a percorrer uma ilha deserta enquanto ao mesmo tempo ouvimos uma história sublime.[/sws_blockquote_endquote]

 

[sws_blockquote_endquote align=”left” cite=”Gualter Honrado” quotestyle=”style02″] É como se estivéssemos a jogar um livro. Acho que esta é a melhor forma de descrever a pequena pérola da The Chinese Room. O texto é de uma qualidade superior, o tom melancólico do narrador ajuda-nos a ficarmos absorvidos pela história e o grafismo é notável tendo em conta que estamos a falar de um título independente. Recomendo Dear Esther sobretudo para aqueles que apreciam uma boa história acompanhada por visuais esplêndidos. [/sws_blockquote_endquote]

 

[sws_blockquote_endquote align=”left” cite=”Helio Costa” quotestyle=”style03″] Para mim este jogo é uma experiência cinematográfica que nos deixa controlar o protagonista. Acredito que estamos perante um novo género de videojogo que pode e deve ser explorado por outras companhias e talvez seja capaz de atrair novos públicos. O gamer que aprecia uma boa leitura vai delirar com Dear Esther que é também uma experiência literária capaz de deixar qualquer um boquiaberto. [/sws_blockquote_endquote]

 

[sws_blockquote_endquote align=”left” cite=”Marcio Olival” quotestyle=”style04″] É dificil explicar o quão fantástico Dear Esther é. Por um preço reduzido nós temos acesso a uma história excelente, à medida que o narrador a vai contanto nós vamos visitando os mesmos locais pelos quais ele passou. Pouco tempo depois começamos a compreender o que ele sente, que tipo de pessoa é e sentimos que nós próprios fazemos parte da história. Dear Esther não é só um videojogo e tal como os meus colegas referiram, é uma experiência cinematográfica, literária e artística que merece ser desfrutada até à exaustão. [/sws_blockquote_endquote]

 

Paulo Figueiredo

Paulo Figueiredo

Editor em Gaming Portugal
O Figueiras é um elemento fundamental do Gaming Portugal e a figura mais respeitada da equipa. A sua vida atarefada e cheia de responsabilidades impede-o de acumular uma posição de maior destaque, embora mesmo se tivesse essa oportunidade o mais certo era ele recusá-la. A sua participação no Gaming Portugal é motivada principalmente pelo gosto por gaming e dá-lhe um prazer especial saber que nesta casa a “independência” é uma característica definidora.
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