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Pillar: Um jogo com “dedo” português

Pillar: Um jogo com "dedo" português

O mercado dos jogos independentes cresce a cada ano que passa, é graças a isso mesmo que ultimamente temos visto chegar ao mundo dos videojogos títulos bastante modestos mas que revelam promessa pela sua qualidade e conceitos originais. Pillar é um desses jogos, ele faz-se valer da simplicidade e tenta oferecer ao gamer uma experiência envolvente, como se isso não bastasse ele tem “dedo” português pelo meio.

O jogo é um produto de uma colaboração entre o Gonçalo Antunes de Leiria e o americano Michael Hicks. O Gonçalo tratou de toda a parte visual, enquanto que Michael trabalhou na parte da programação, design e áudio.

O jogo foi lançado no passado dia 17 de Fevereiro e encontra-se disponível para PC, PS4 e Xbox 360. Aliás neste momento é mesmo possível comprar uma versão livre de DRM no website oficial do jogo e como sempre, nós recomendamos em caso de compra e sempre que ela exista, optar pela versão sem DRM.

Em Pillar nós vestimos a pele de várias personagens que procuram por um misterioso artefacto que poderá trazer grande conhecimento e entendimento sobre o mundo. O cenário é uma cidade chamada Lost e cabe-nos guiar cada personagem através de um conjunto de minijogos, sendo que cada um dele representa diferentes traços de personalidade através da mecânica da jogabilidade. Ou seja, personagens diferentes significa também uma jogabilidade diferente para cada uma delas.

O jogo é interessante, fala português e como tal merece o nosso olhar atento. No trailer de baixo podemos perceber que de facto se trata de um título relativamente simples mas que nos vai obrigar a utilizar a cabeça. Uma nota especial também para a banda sonora e a parte artística do jogo que também se destacam pela originalidade.

Compra hoje o Pillar no website oficial.

Helio Costa

Helio Costa

Editor em Gaming Portugal
Apesar de ser editor, juntamente com o Diogo encarrega-se de gerir toda a equipa, é uma espécie de terceiro “boss” que muitas vezes acaba por ser o primeiro. Para além de escrever para o website ele é responsável pela verificação de conteúdo e por corrigir muitas das falhas que nós cometemos quando queremos trabalhar rápido demais.
Helio Costa

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