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Wildstar: Free-To-Play Dia 29 de Setembro

Wildstar: Free-To-Play Dia 29 de Setembro

Antes do seu lançamento Wildstar era apontando como o MMO que poderia fazer uma séria concorrência ao World Of Warcraft. Após um enorme entusiasmo inicial até se pensou que Wildstar poderia conquistar o seu espaço mas com o tempo os jogadores foram abandonando o jogo e eventualmente ele tornou-se numa espécie de “deserto”. A mudança para o formato free-to-play tornou-se então inevitável e a partir do próximo dia 29 todos os gamers poderão jogar o Wildstar, aparentemente, sem grandes restrições.

Ainda não se sabe muito bem o que se passou com o Wildstar, alguns gamers queixam-se de o jogo ser demasiado hardcore; outros afirmam que eram demasiados bugs e problemas com o PVP e até existe quem considere “arrogante” a equipa de desenvolvimento. O que é certo é que embora o jogo até estivesse bem elaborado e revelasse um enorme potencial, ele não conseguiu captar a atenção dos gamers durante muito tempo e uma subscrição mensal também não ajudou.

Não tem sido uma jornada fácil esta do Wildstar que tenta reconquistar o seu espaço e notoriedade ao abrir as portas com o modelo free-to-play. A boa notícia é que este é talvez um dos jogos com maior potencial de crescimento dentro do mercado free-to-play, isto porque as suas semelhanças com o WOW e melhorias em vários aspectos do jogo podem fazer dele uma alternativa viável e mais económica ao colosso da Blizzard.

É verdade que a Carbine Studios tem um longo caminho pela frente nomeadamente no que diz respeito a satisfazer as exigências dos gamers e melhorar a experiência, mas caso a transição seja bem sucedida e os jogadores voltem ao jogo, o crescimento de Wildstar poderá ser muito mais do que alguma vez foi quando usava o modelo de subscrição mensal.

As limitações para os jogadores free-to-play à primeira vista não parecem muito penosas, mas só dia 29 é que nós vamos descobrir se realmente vale a pena voltar ao Wildstar. Até lá aqui fica a opinião pessoal do Ary (que jogou o Wildstar):

[sws_blockquote_endquote align=”” cite=”Ary Costa (fundador e editor-sénior da Gaming Portugal)” quotestyle=”style02″] Quando joguei Wildstar fiquei com a sensação que estava a jogar um WOW em esteróides e gostei bastante da experiência. Mas lá está, ser apenas um género de WOW em esteróides não chega, especialmente quando no meu caso pessoal eu joguei WOW durante bastante tempo. Na minha opinião o jogo não oferecia o suficiente para justificar o pagamento de uma subscrição e isso é importante tendo em conta a realidade do nosso país, porque os gamers portugueses só vão pagar mensalmente por um jogo caso o mesmo seja realmente fenomenal. Mas eu não odiei o Wildstar e sempre disse que na eventualidade de ele se tornar free-to-play, eu provavelmente voltaria a jogá-lo. É por isso que encaro esta notícia com positivismo, acho que o Wildstar é um jogo muito divertido e uma boa experiência com amigos, acredito que muitos gamers, como eu, vão voltar a jogar Wildstar e o tempo dirá se esta transição será capaz de catapultar o jogo para fora do abismo em que se encontra altualmente.  [/sws_blockquote_endquote]

 

Diogo Mota

Diogo Mota

Editor-Chefe em Gaming Portugal
O Diogo é o organizador, todo o conteúdo do website passa de uma forma ou de outra pelas suas mãos, ele certifica-se que os padrões de qualidade são sempre altos e se a Gaming Portugal é hoje uma máquina relativamente bem oleada, isso acontece em grande parte graças ao seu trabalho.
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