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Alcatel-Lucent: Cloud Gaming a Caminho

Alcatel-Lucent: Cloud Gaming a Caminho

Com o aumento da velocidade das ligações de Internet, muitos acreditam que o futuro do gaming passa pelo inevitável “Cloud Gaming“, um sistema que nos permite jogar diretamente a partir de servidores sem necessidade de termos nada instalado nas nossas máquinas.

A OnLive já transformou isso numa realidade e a Gakai deu tanto que falar que a Sony acabou por lhe meter as mãos em cima. O futuro parece passar definitivamente pelo “cloud gaming” e esta semana em Lisboa, no âmbito do “22º Congresso da APDC, a Alcatel-Lucent deu a conhecer ao mercado nacional as suas novidades mundiais focadas na Mobilidade Total e Qualidade na Experiência do Utilizador, das quais uma em particular merece a atenção dos gamers.

A empresa apresentou a Cloudband, uma solução de core que permite aos operadores gerirem a oferta “cloud end-to-end“, tirando o máximo partido da sua rede de telecomunicações para competir com os maiores players mundiais numa lógica de Carrier Cloud e de Cloud Gaming, que permite a jogabilidade sem a necessidade de instalação do videojogo no equipamento (PC ou tablet), correndo o mesmo diretamente nos servidores com modelos de venda de “videojogos on demand” mais diferenciados e ajustados à realidade de cada jogador.

Se ainda não experimentaste a tecnologia “cloud gaming“, a ideia de jogar videojogos recentes sem a necessidade de teres uma consola moderna ou um computador bem equipado pode parecer um pouco absurda. Mas a tecnologia funciona, aliás neste momento até funciona muito bem e apesar de não ser o mesmo que jogar numa consola ou computador moderno, és capaz de ficar surpreendido com a experiência. Visita o nosso fórum e lê alguns testemunhos de gamers que a experimentaram.

Mesmo em Portugal o “cloud gaming” não é propriamente uma novidade, a Meo Jogos já o utiliza e no futuro outros operadores de Internet são capazes de fazer o mesmo. A questão fulcral prende-se contudo com a qualidade do serviço, nomeadamente é preciso que a operadora consiga tirar partido das suas ligações de forma a oferecer aos clientes uma experiência de gaming que seja pelo menos aceitável.

Os “gamers hardcore” ainda “torcem o nariz” perante o “cloud gaming” e existe um longo caminho a percorrer para até que se consiga satisfazer este segmento. Para já é entre os “gamers casuais” que os serviços de “cloud gaming” podem proliferar e a Alcatel-Lucent parece determinada em demonstrar às operadoras que é uma boa ideia elas começarem a pensar seriamente em entrar neste mercado.

Diogo Mota
O Diogo é o organizador, todo o conteúdo do website passa de uma forma ou de outra pelas suas mãos, ele certifica-se que os padrões de qualidade são sempre altos e se a Gaming Portugal é hoje uma máquina relativamente bem oleada, isso acontece em grande parte graças ao seu trabalho.

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